A minha "Seleção Brasileira de 70" jogou em 1994.
Foi a melhor e mais engajada Seleção que vi jogar. Tinha os jogadores mais fodas.
Não existia Robinho, Ronaldinho, nem Neymar. Não existia a Nike.
O que existia era VONTADE de ganhar e de representar bem o futebol do Brasil. De fazer o país do futebol ser novamente o Campeão do Mundo depois de 24 anos.
Aquela Seleção é inesquecível e vai ser (pra sempre) a minha preferida.
E, mesmo com Bebeto, Romário, Taffarel..., o jogador mais emblemático daquele time (não por acaso, capitão do time) foi DUNGA. Se tornou meu ídolo.
Faço esse registro porque nesta semana tive o prazer de conhecer, ouvir e conversar com DUNGA na
Perestroika.
Gaudério inverterado. Símbolo de força e raça por todo o Brasil. Personalidade controversa justamente por não ser um Cara preocupado em agradar a todos. Um líder. Um CAPITÃO nato.
Muito prazer, Alemão. Tu é foda!