Também foi a primeira partida que vi no Engenhão, inaugurado em 2007.
Arrastei tio e primo, vascaínos, pra torcida visitante. No caso, do Grêmio. Entrada pelo outro lado de onde estacionamos. Baita volta na quadra do Engenhão (não se pode contonar o estádio) até chegar ao setor SUL (nada mais apropriado!), passando pela frente do estádio, onde estão as homenagens do Botafogo a Jairzinho, Garrincha e Nilton Santos.

Os quatro acessos ao estádio têm orientadores bem dispostos. Algumas camisas do Grêmio no meio dos botafoguenses da rua. Outras tantas chegando do trem. Mais de meia hora pras duas bilheterias de visitantes atenderem uns 100 gremistas. Mais 5 minutos na catraca da entrada pra providenciarem um 'ingresso de isenção' para o Guga, 10 anos e entrei no estádio com 10 minutos de jogo rodado mesmo tendo saído de casa 1h30 antes da bola rolar.
O jogo foi bem dentro do previsto. Era o mesmo Grêmio que jogou contra São Paulo e, jesus!, Oriente Petrolero. Só depois da mudança pra dois atacantes é que o Grêmio passou a chegar até o gol do Bota. Na ÚNICA ultrapassagem certa pelos lados (Gabriel pra Magrão) sai o cruzamento que quase termina no gol de voleio de Lúcio. Bonito, mas ineficiente.No segundo tempo o Grêmio perderia um gol com a goleira à feição e o Foguinho, já abaixo de vaias, passou a se esforçar mais pra conseguir o resultado que parecia óbvio antes da partida.
No fim, a derrota só não foi mais chata do que atrasar a volta pra casa por causa da queda de luz.



