27 de jun. de 2011

Tarde no Engenhão

Foi a primeira vez que vi o Grêmio jogar pelo Brasileirão como visitante.

Também foi a primeira partida que vi no Engenhão, inaugurado em 2007.

Arrastei tio e primo, vascaínos, pra torcida visitante. No caso, do Grêmio. Entrada pelo outro lado de onde estacionamos. Baita volta na quadra do Engenhão (não se pode contonar o estádio) até chegar ao setor SUL (nada mais apropriado!), passando pela frente do estádio, onde estão as homenagens do Botafogo a Jairzinho, Garrincha e Nilton Santos.



Os quatro acessos ao estádio têm orientadores bem dispostos. Algumas camisas do Grêmio no meio dos botafoguenses da rua. Outras tantas chegando do trem. Mais de meia hora pras duas bilheterias de visitantes atenderem uns 100 gremistas. Mais 5 minutos na catraca da entrada pra providenciarem um 'ingresso de isenção' para o Guga, 10 anos e entrei no estádio com 10 minutos de jogo rodado mesmo tendo saído de casa 1h30 antes da bola rolar.

O jogo foi bem dentro do previsto. Era o mesmo Grêmio que jogou contra São Paulo e, jesus!, Oriente Petrolero. Só depois da mudança pra dois atacantes é que o Grêmio passou a chegar até o gol do Bota. Na ÚNICA ultrapassagem certa pelos lados (Gabriel pra Magrão) sai o cruzamento que quase termina no gol de voleio de Lúcio. Bonito, mas ineficiente.


No segundo tempo o Grêmio perderia um gol com a goleira à feição e o Foguinho, já abaixo de vaias, passou a se esforçar mais pra conseguir o resultado que parecia óbvio antes da partida.

No fim, a derrota só não foi mais chata do que atrasar a volta pra casa por causa da queda de luz.

19 de jun. de 2011

17 de jun. de 2011

Super Martín


Martín Palermo, ou Super Martín da torcida Xeneize, foi um dos maiores camisa 9 da última década.

Cavou uma tonelada de gols nas zagas mais ferrenhas do mundo nos campeonatos
argentinos ou nas copas que jogou.

 Referenciá-lo somente pela avarenta mania de perder penaltis é uma injustiça.
É muito mais bonito lembrá-lo pela sua forma de jogar: calma e fria, mas sedenta, precisa e letal.

O maior centroavante argentino desde Batistuta largou o futebol profissional, 
mas deixou centenas de marcas e vai deixar saudades.



6 de jun. de 2011

Adeus à Fogueteira

Morreu hoje uma das protagonistas da história mais bizarra que já ouvi pelo mundo da bola.

Rosenery, que faleceu aos 45 anos, ganhou fama em todo o Brasil como a Fogueteira do Maracanã após ter atirado um sinalizador no campo enquanto jogavam Brasil e Chile, em 89.

O morteiro não atingiu ninguém, mas foi usado de pretexto pelos chilenos para pedir o cancelamento da partida por falta de segurança. O goleiro Rojas chegou a fazer um corte na própria cara para alegar que havia sido atingido pelo rojão.



Como a farsa do corte foi descoberta, o Chile fui punido pela Fifa e ficou anos sem disputar competições oficiais. As eliminatórias da Copa de 94, primeira que acompanhei, por exemplo, não teve a participação do Chile por causa desse episódio.

Rosenery, por sua vez, foi identificada, tomou uma putiada, mas virou celebridade e, claro, capa da Playboy brasileira logo depois.




Descanse em paz, Fogueteira.

Brasil! il! il! il!

5 de jun. de 2011

Temporada 2011 - Jogo 9

THE CHARLES MILLERS 5 x 1 VAMO GENTE (Amigos do Lovera)

Dia: 04/6 - Sábado
Local: Campo do 8 da Graciema
Gols pelo Millers:
Matias
Mou
Ede
Piletti
Piva